Só uma reflexão das ocorrências, atuais:

A DEGRADAÇÃO DO SER HUMANO!

Desrespeito e egoísmo caminham juntos.

 
No paralelo da degradação humana.
Não obstante, reconhece-se o defeito de muitos,
Porem, sabe-se o desagravo, da natureza que afana.

Valores invertem-se, na profania da vida! 

Uns sobrepõe-se a coisas, acumulando impérios!
A maioria na busca da harmonia, bem vinda.
Derramado a gloria da vida, como ímpios...

Sem piedade, sufoca e martiriza,
Com crueldade, sem compaixão, há outro...
Que, em posição de submissão e fraqueza,
Não reage a imposição, faz-se de morto.

As impostas leis sucumbem-se, seus anseios,
Inexistentes direitos. É só o domínio do poderio,
Dos inconscientes e egoístas, subjugando os meios.
O individuo frágil e incontestável, fica arredio.

Como a integridade do ser humano, resgatar?
Com a fragilidade das leis, para o apoiar.
Sem combate, o poder a reação fica a estagnar,
Não há local, não há conforto...É só o fraquejar...

O poderio do dinheiro e o poder, a reinar.
A inconsistência frágil das leis, a exterminar.
O furto da liberdade, sobrepujando ao ser, a avançar,
Numa velocidade incompressível, a transformar.

Campos, horizontes, natureza, sem se organizar.
Pois o acumulo de dinheiro e coisas, aos olhos ofuscar!
Não há compreensão, não há amor. Cumplicidade há procurar...
Só há a ganancia, a arrogância! Que faz tudo desabar!...

Não se pode comparar, o ser racional,
Com a presa, igualando-se a outro animal.
Que irracionalmente, reage, com seu instinto feroz!
E sabiamente, respeita a natureza, atroz!

O racional torna-se irracional.
E incomparável ao animal, o ser racional,
Que desconhece o racional...
Maltrata e escraviza, a outros, de forma, fenomenal...

Como acreditar no ser, na sua evolução?
Só há confirmação!
Que a degradação do ser, estar na cifra.
Embasada na mentira, na injustiça, que infla.

Carregando a vulnerabilidade das leis, na constatação.
Escravizados com sua insuficiência,
Desabilita-se de esgravatar, seu direito.
Na peleja da busca do certo, com veemência.

Buscando a sua liberdade esquecida, sem defeito.
Mas a supremacia, só vai se vangloriar, com admiração!
Se existir a submissão...
Autor: Rita Cidreira

 
Foto de Rita Cidreira.